O livre-arbítrio é uma das maiores provas do amor de Deus, pois nos mostra que Ele não nos criou como robôs, mas como seres capazes de decidir sobre o nosso próprio destino. Em Deuteronômio 28, o Senhor coloca diante de nós a vida e a morte, a bênção e a maldição. Embora Ele nos mostre o caminho correto ao nos aconselhar a escolher a vida, a decisão final de seguir esse caminho é nossa. Esse privilégio nos torna protagonistas da nossa história.
Viver com consciência desse poder é ter conhecimento também sobre a lei da semeadura. Cada decisão que tomamos, seja baseada na fé ou no medo, é uma semente lançada ao solo, e a colheita, boa ou ruim, sempre virá de forma multiplicada. Muitas vezes, ao enfrentarmos tempos difíceis, questionamos a Deus por que Ele nos permitiu certas dores, esquecendo-nos de que estamos apenas colhendo os frutos do que plantamos. Cuidado para não atribuir Deus, as consequências de escolhas que Ele mesmo nos orientou a não fazer.
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Além das circunstâncias externas, o livre-arbítrio também se manifesta nas nossas atitudes diante da vida. Temos a liberdade de permitir que a tristeza, a decepção ou o ódio nos contaminem, mas também temos o poder de escolher a alegria e a esperança. O controle sobre as nossas emoções não pertence ao mundo ou a terceiros, mas a nós mesmos. Fazer escolhas contrárias a palavra de Deus é uma escolha por um caminho que nos afasta das bençãos de Deus.
A boa notícia é que nunca é tarde para começar a fazer novas escolhas. Se hoje você vive resultados que não te satisfazem, lembre-se de que escolhas diferentes hoje gerarão uma colheita abundante amanhã. Deus é especialista em transformar histórias quando decidimos voltar ao caminho da sabedoria. Use o presente maravilhoso de fazer escolhas alinhadas a vontade d’Ele e comece a colher os bons frutos de um caminho de muitas bençãos.
Helaine Cristhina Barbosa
